sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Nova Fanfic - Você vê o verdadeiro eu

Olá :)
Eu, Carol, resolvi criar uma fanfic especial. É mais ou menos parecida comigo essa fanfic!
Eu espero que gostem...aqui está o primeiro capítulo (depois do prólogo):



Prólogo:

Renesmee Cullen é uma adolescente de 17 anos MUITO rebelde, é muito má com sua família e gosta de se vestir de preto.
Um dia, depois de uma briga com sua mãe, ela decide fugir, só com uma bolsa cheia de roupas e o que ela precisa. Acontece que ela encontra um rapaz, Jacob Black, que faz ela ver a vida de uma outra maneira interessante.

Capítulo 1

Eu estava no meu quarto, ouvindo minhas músicas preferidas do Ipod, quando minha mãe me chamou. Que ótimo! Ótimo mesmo! Os meus tios estavam lá, querendo me ver. Eu simplesmente odeio quando temos visitas! É sempre um problema, não sei como as pessoas não veem isso! Tenho 17 anos e ainda sim recebo visitas diárias dos meus tios, isso me irrita muito!
Resmunguei alguma coisa pra ela e joguei o Ipod no chão, afinal eu deveria voltar logo. Desci as escadas e os meus olhos arderam. Rosalie, Emmet, Alice e Jasper estavam ali, todos com um presente, sorrindo.
- Renesmee! Mas que linda que você está! Cresceu quantos metros, em? – Jasper falou, passando a mão pelo meu cabelo. Eu simplesmente odeio que me toquem, que toda vez que alguém me vê fala que eu cresci, engordei ou alguma coisa do tipo.
Fui para o sofá, sem ao menos dar a chance de entregarem o presente. Pra quê eu preciso de mais coisas? Minha tia Rosalie se aproximou.
- Olhe, trouxemos presentes para o seu aniversário. Sabemos que é em 3 dias, mas vamos estar fora da cidade. Não quer ver o que compramos pra você? – Apesar de simpática, Rosalie parecia desabar a qualquer momento.  Então, só por dó, fui ver do que se tratava.
Todos me entregaram os presentes, não gostei de nenhum, mas eu tive que dizer que gostei, para não parecer mais mal educada.
Da minha tia Rosalie, ganhei um estojo de sombras coloridas, da minha tia Alice ganhei um espelho enfeitado, do meu tio Emmet ganhei uma bola de futebol e do meu tio Jasper ganhei uma camiseta de Baseball escrito o meu nome atrás.
Entrei em meu quarto e joguei os presentes no armário e peguei o Ipod, tinha esquecido de pausar e as músicas que eu estava ouvindo não estavam mais tocando.
Liguei o computador e tentei achar alguma coisa interessante, mas realmente nada me interessava. Eu devia ser uma criatura anormal. Não gostava de nada.
O meu jeans desbotado (eu mesma joguei água oxigenada nele, não havia jeans no mundo que fosse do meu gosto. Ainda bem que esse é o único.) estava molhado, droga! Eu devia ter derramado um pouco de coca-cola no almoço.
Fui no banheiro tentar secar o meu jeans, mas na hora em que eu levantei, minha mãe entrou no quarto com uma expressão brava.
- Renesmee Cullen! O que foi aquilo com seus tios? Eles te tratam muito, mas muito bem para você tratá-los assim! Por que você é tão malcriada ultimamente? Só fica nesse maldito quarto escutando música! Ah! E só se veste de preto! – Aquilo foi quase um insulto pra mim.
- Eu tenho direito de agir assim. – Respondi, pegando papéis e esfregando na calça. Minha mãe ficava cada vez mais brava.
- Não! Isso não é resposta Renesmee! Você não tem o direito de agir assim! Eles são a sua família, sempre te apoiaram em tudo que você faz! E tudo o que você faz é ruim! Não percebe que faz mal ás pessoas? – Pronto. Isso já bastava pra mim.
- Mãe, saia agora do meu quarto, isso é invasão de privacidade. Você nem bateu. – Respondi, calma. Mas eu estava com raiva no fundo, ela estava falando que eu fazia mal ás pessoas! Em que lugar isso seria bom de ouvir?
Pareceu que a minha mãe ia explodir.
- RENESMEE CULLEN, EU NÃO TE CRIEI ASSIM! NÓS SOMOS BONS PAIS E ERRAMOS COM VOCÊ! ERRAMOS EM TER VOCÊ! VOCÊ SÓ TRAZ PROBLEMAS PRA NOSSA FAMÍLIA!
O.k., isso realmente é estimulante. Empurrei minha mãe para fora do quarto e tranquei a porta.
Mas o que eu não tinha percebido era que minha mãe tinha levado o meu velho e bom Ipod com ela. Isso eu não podia aguentar. Aquele Ipod era praticamente o motivo da minha existência. Eu só sobrevivia por causa dele. Ouvi Bella gritar das escadas que não devolvia o meu Ipod até que eu me desculpasse. EU? Bem eu que deveria me desculpar? Eu? Não fui eu que invadi o quarto da filha e fiquei falando besteiras!
Isso era o bastante pra mim. Estava cansada de tantas brigas e tanto sofrimento. Eu mal me importava no que as pessoas pensavam.
Então pensei que as pessoas ficavam bem melhor sem mim.
Sem mim, minha mãe e meu pai poderiam ser felizes. Sem mim, a minha família iria ser muito mais unida. Sem mim, não haveria sofrimento algum.
Então peguei a minha bolsa grande preta, coloquei algumas roupas e o meu laptop. Se conseguisse algum sinal com ele, poderia ouvir as mesmas música que estavam no meu Ipod.
Eu iria fugir.
Verifiquei se a porta estava realmente trancada e virei a chave para trancá-la mais. Joguei a chave em baixo da cama e pulei a janela. Apesar de o meu quarto ficar no segundo andar da casa, não vejo dificuldades em pular de lá.
Corri o mais rápido que pude, pela floresta. Corri até anoitecer, e percebi que tinha esquecido a lanterna. Tentei procurar alguma coisa coisa, liguei o computador e pronto, tinha a luz necessária.
Montei uma pequena fogueira com madeiras que achei perto de onde eu iria ficar e desliguei o computador, a bateria estava no fim.
Fiz a bolsa como um travesseiro, estava difícil fingir que aquilo era macio e que iria ficar tudo bem.
Quando acordei o sol nem havia nascido. Liguei o laptop para ver que horas eram: seis horas da manhã, em ponto. Fui procurar alguma coisa para comer, o meu estômago estava roncando alto.
Ouvi barulhos de galhos se mexendo e fiquei com medo, nunca hvia entrado naquela floresta antes e parecia que tinha muitos animais perigosos. Voltei ao local em que tinha passado a noite, recolhi minhas coisas e corri de novo, na esperança dos bichos saírem.
Foi então que eu olhei para trás, ainda correndo, e não percebi que havia uma árvore no meu caminho. Dei de cara com a árvore e caí no chão.

Sem comentários: